Os Jovens de Hoje Em Dia PDF Imprimir e-mail
Ser jovem hoje em dia é muito diferente do que era ser jovem na época dos nossos pais e avós. O mundo mudou muito, e muitas coisas que existiam, hoje já não existem mais. O que antes era moda, hoje é démodé. O que antes era sucesso, hoje é um clássico.

O mundo hoje é mais rápido, é mais tecnológico, é todo ele digital, interconectando uma aldeia global. Já não sabemos da vida da vizinha falando com ela à janela. Os jovens de hoje abrem o windows e vão direitos para as redes sociais. Até os cafés agora também são virtuais.

Ser jovem hoje em dia é mais moderno do que era anos atrás. Hoje em dia é normal ver raparigas com raparigas e rapazes com rapazes, mas bom mesmo seria se todos vivessem em paz, sem preconceito, discriminação e opressão. Vivemos o futuro, mas muitos jovens parecem viver como nos tempos dos nossos pais.

Apesar de muitas mudanças, há coisas na vida do jovem de hoje em dia que são como sempre foram e sempre serão. É na juventude que desbravamos o mundo, descobrimos quem somos e aprendemos com as experiências da vida, e vivemos aquilo que quando formos mais velhos vai ser a fonte da nossa sabedoria.

Podem mudar o mundo, surgir novas tecnologias, novos ídolos, novas modas, e um novo tudo, mas ser jovem vai ser sempre ser jovem, e as coisas que acontecem na juventude ficarão sempre marcadas pela vida inteira.

Fonte: mundodasmensagens
https://www.mundodasmensagens.com/mensagem/especial-os-jovens-de-hoje-em-dia.html 

 
O papel dos idosos ao longo do tempo PDF Imprimir e-mail
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Conheça os desafios de uma sociedade cada vez mais envelhecida e saiba como o papel dos idosos mudou ao longo dos tempos.

A população mundial está a envelhecer e, por isso, torna-se urgente repensar o papel dos idosos e a sua importância nas sociedades atuais. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos triplique e passe de 400 milhões para mais de 2 mil milhões a nível mundial.
 
Estes dados representam um enorme desafio para as sociedades atuais que há muitos anos tentam contornar a questão do envelhecimento populacional. Como pode a sociedade adaptar-se a este envelhecimento populacional? Quais as medidas que devem ser adotadas para rejuvenescer a população e, ao mesmo tempo, proporcionar uma maior qualidade de vida aos mais idosos? Estas são apenas algumas das questões às quais a sociedade tem de dar uma resposta efetiva.
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O que se entende por Ética e Responsabilidade Social PDF Imprimir e-mail
A Ética e suas abordagens – A Ética define-se como um conjunto de princípios morais e valores que governam o comportamento de uma pessoa (ética individual) ou grupo (ética grupal), no que se refere ao que é considerado correto ou incorrecto.
De acordo com a intencionalidade de aplicação de decisões éticas considera-se a existência de quatro abordagens principais: a Perspetiva Utilitarista em que as decisões são tomadas com base, não só nos resultados, mas também nas suas consequências e suportadas na oferta do melhor bem para o maior número de pessoas, encorajando a eficiência e a produtividade podem, no entanto ignorar direitos de alguns dos stakeholders; o Modelo da Moral Mínima em que as decisões são tomadas privilegiando o respeito dos direitos e privilégios do indivíduo, tendo como base padrões morais fundamentais; a Teoria dos Contractos Sociais em que as decisões são tomadas com base em factores normativos e empíricos, vindo em resposta ao Modelo da Moral Mínima; e finalmente, a Teoria dos Stakeholders em que estes devem ser tratados como fins e não como meios para a empresa atingir os seus fins e que, numa tentativa de compatibilizar expectativas, se encontra subjacente à maioria das abordagens da responsabilidade social das empresas.
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DIA DA MÃE PDF Imprimir e-mail
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Realiza-se hoje, dia 2 de Maio, o dia dedicado a todas as mães. Embora o primeiro domingo de Maio seja a data atribuída, em Portugal, para homenagear as mães, a verdade é que elas devem ser celebradas todos os dias do ano, pelo amor incondicional que nos dão, pelo apoio prestado em todos os momentos, pela força e carinho de cada gesto, pela dedicação inabalável prestada aos seus filhos e pela vida que nos dão em cada momento da nossa jornada por este mundo. 
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Significado e história do 1° de maio, Dia do Trabalhador PDF Imprimir e-mail
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1.º de maio é o Dia do Trabalhador, data que tem origem a primeira manifestação de 500 mil trabalhadores nas ruas de Chicago, e numa greve geral em todos os Estados Unidos, em 1886.

Cinco anos depois, em 1891, o Congresso Operário Internacional convocou, em França, uma manifestação anual, em homenagem às lutas sindicais de Chicago. A primeira acabou com 10 mortos, em consequência da intervenção policial.

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OCEANOS PDF Imprimir e-mail
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Os oceanos compreendem grandes espaços ocupados por água salgada, envolvendo áreas que se encontram abaixo da média de altitude das terras emersas, onde ficam os continentes. Juntos, eles ocupam 71% da superfície do planeta e abrigam uma infinidade de espécies de animais e vegetais, uma boa parte ainda desconhecida pelo ser humano.

O ser humano encontra grandes dificuldades para visitar os locais mais profundos dos oceanos. Tal acontece porque a pressão das águas é tão grande que esmagaria totalmente o corpo de uma pessoa. Mesmo os equipamentos mais modernos encontram dificuldades para poder chegar a esse tipo de lugar. O ponto mais fundo já visitado alcançou os 11 mil metros de profundidade, nas proximidades da Fossa das Marianas, que se encontra a 11.500 metros abaixo da superfície.
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História do Hino Nacional PDF Imprimir e-mail
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O Hino Nacional, também conhecido pela “Portuguesa”, foi composto em 1890 como uma canção de protesto na sequência do ultimato inglês. Adotada pelos republicanos, veio a transformar-se no hino em 1911.

A letra de ‘”A Portuguesa” foi escrita por Henrique Lopes de Mendonça e a música composta por Alfredo Keil.

O tema surge em 1890 na sequência do ultimato inglês que exigia a retirada dos portugueses dos territórios entre Angola e Moçambique. A imposição foi considerada uma afronta ao país, mas a coroa, apesar dos protestos, pouco pôde fazer para reverter a situação.   

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O 25 de abril de 1974 PDF Imprimir e-mail
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“Grândola, Vila Morena/Terra da Fraternidade”. Pouco depois da meia noite de 25 de abril de 1974, eram os versos de Zeca Afonso que ecoavam na rádio. Estava dado o pontapé de saída para uma revolução que iria pôr fim a uma ditadura de 48 anos.
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História do Campismo PDF Imprimir e-mail
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Desde a antiguidade o homem utiliza tendas para se abrigar procurando proteção de perigos externos e intempéries. As operações de ordens militares da idade média utilizavam os acampamentos e seus comandantes e generais consideravam a prática essencial para o sucesso das batalhas.

A arte de acampar foi descrita com aperfeiçoamento pelos romanos. Políbio, um historiador grego que viveu entre 205 a.C. e 120 a.C., descreveu a sistemática e a arquitetura de um desses acampamentos. Após a escolha de um local militarmente adequado, erguia-se o Fosso e a Paliçada em torno deste local, por questões óbvias de segurança. A organização do acampamento completava-se com a armação da grande tenda do Cônsul ou do Imperador e das barracas dos generais, sacerdotes, servos e demais integrantes do grupo. Este conjunto central era chamado de Pretório. O trânsito e a circulação no interior do acampamento eram organizados através das vias que cortavam o mesmo. Estas eram chamadas de Via Principalis, Via Praetoria e Via Quintana.

Desde a antiguidade até os dias de hoje os povos ainda dependem de tendas ou barracas de fibras vegetais, couro animal ou de tecido para sobreviver.

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A Secção de Autocaravanismo do CCL faz 19 Anos PDF Imprimir e-mail
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A SAC - Secção de Autocaravanismo do CCL, nasceu a partir de um desafio lançado pela Revista COMPANHEIROS, no ano de 2002, e que foi prontamente abraçado pelo nosso estimado e saudoso sócio Gonçalves Pereira que promoveu o primeiro encontro que veio a dar início a esta nossa secção.
 
Curvemo-nos perante a sua memória!
Importa fazer um pouco de história. O Autocaravanismo surge desde os primórdios como uma forma itinerante, quer da vida nómada, quer do desporto, quer do lazer.
 
Em termos do CCL, Clube pioneiro do Campismo Associativo Desportivo em Portugal, o campismo pode-se praticar de várias maneiras: com tenda; atrelado-tenda; caravana e autocaravana.
 
A autocaravana poderá considerar-se a compressão entre uma viatura e uma caravana e também se define como campismo motorizado.
Relativamente à história da nossa secção, esta, como já referimos, resultou de um desafio lançado pela revista COMPANHEIROS, do qual resultou a marcação de um Primeiro Encontro que teve lugar a 19 de Abril de 2002 no Parque de Campismo de Monsanto, em Lisboa.

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Origem estações do ano PDF Imprimir e-mail
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Os nomes que o Português e o Espanhol usam para as estações do ano procedem do Latim, embora não coincidam exatamente com o conceito que os romanos tinham delas.
 
No princípio, o ano era dividido em apenas duas estações básicas: ver, veris, o bom tempo, a estação da floração e da frutificação, e hiems (ou hibernus tempus), o mau tempo, a estação da chuva e do frio. Aos poucos, o grande período englobado pelo nome ver começou a ser subdividido em três: (1) o princípio da boa estação, denominado de primo vere (mais tarde prima vera); (2) a segunda parte do ver, o veranum tempus, de onde resultou o nosso vocábulo verão: e (3) a última parte do ver, o aestivum, de onde veio o nosso vocábulo estio. Em relação às nossas estações atuais, essas três divisões do primitivo ver tinham a seguinte correspondência cronológica: (1) o período denominado de prima vera correspondia aos dois primeiros terços da atual primavera; (2) o veranum tempus correspondia ao final da nossa primavera e ao início do nosso verão; (3) o aestivum correspondia ao final do verão atual. Hiems, a estação do mau tempo, também se subdividiu em tempus autumnus (o outono) e tempus hibernus (o inverno). No Diccionário Etimológico de la Lengua Castellana, do ilustríssimo Juan Corominas, vemos que este modelo de cinco estações foi adotado na Espanha até o século XVI: primavera, verão, estio, outono e inverno. A partir do século XVII, difunde-se o atual sistema de quatro estações, inspirado pela possibilidade de dividir o ano em quatro segmentos iguais, assinalados pelos dois equinócios (primavera e outono) e pelos dois solstícios (inverno e verão).

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